Os resultados do 2T26 dos emissores do IDEX-CDI foram neutros para o risco de crédito. A alavancagem média ficou estável em 2,7x, mesmo com CAPEX em alta, juros elevados, aquisições e devolução de capital aos acionistas. A margem EBITDA ex-IFRS 16 subiu para 37,4%. A dívida de curto prazo caiu para 9,8% da dívida bruta, resultado do liability management feito pelas companhias nos últimos anos.
Os eventos de crédito do ano, da Raízen à Casas Bahia, envolveram emissores que nunca estiveram no índice ou que tinham peso de 0,04% a 0,44%. Os emissores com alavancagem acima de 5,0x seguem em apenas 5,1% do índice. Entre os destaques positivos estão Rede D’Or, Vibra (beneficiada pela alta do petróleo), Aegea e Dasa. Já a Hapvida foi o destaque negativo, com alavancagem saindo de 1,9x para 3,6x em doze meses.
Ciclo de crédito desafiador, índice resiliente.
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