O crédito corporativo brasileiro vive um debate: a sequência recente de reestruturações e episódios de estresse é uma crise sistêmica ou uma sucessão de casos isolados?
A leitura é de casos específicos, cada um com origem própria, enquanto a base de emissores segue majoritariamente sólida. O comportamento do mercado reforça isso: o aumento de resgates entre março e maio foi absorvido sem rupturas, e a indústria já voltou a registrar fluxo líquido positivo.
O risco não desapareceu, mas ficou mais seletivo. O momento pede análise individual das empresas, não julgamentos generalizados sobre a classe de ativos.
Acesse o material completo e confira a análise: Crédito Privado – NMuller – jul26