O mercado de M&A no Brasil atravessa um ambiente de custo de capital elevado, e isso mudou as regras do jogo. Com a Selic em dois dígitos desde 2022, o cheque médio dos fundos de private equity encolheu, o número de gestoras ativas caiu e as saídas via IPO ficaram mais raras.
A resposta do mercado tem sido a sofisticação: debêntures conversíveis em ações ganham espaço como forma de destravar deals sem travar a discussão de valuation, com estrutura de “downside de dívida, upside de ação”. Somam-se a isso o avanço do deal-by-deal, da originação bilateral e do apetite de investidores estrangeiros pelo real desvalorizado.
Menos transações, mais qualidade.
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